quinta-feira, 17 de junho de 2010

A importância da Escola Bíblica Dominical

Entre as muitas passagens bíblicas que exortam a respeito do ensino e do estudo das Escrituras, a segunda carta de Paulo a Timóteo apresenta orientações especiais para se exercer um ministério competente, coerente e eficaz na propagação da Palavra, compatível com os objetivos que devem fazer parte da vida de um discípulo.
Nas Cartas a Timóteo o Apóstolo Paulo tem todo o cuidado de orientar esse discípulo a manter um comportamento firme e constante em relação ao conhecimento da palavra. Suas orientações enfatizavam que o conhecimento de Deus revelado nas Escrituras Sagradas é capaz de tornar sábio, apto e plenamente preparado o seguidor de Jesus que é convocado para exercer boas obras.
“Quanto a você, porém, permaneça nas coisas que aprendeu e das quais tem convicção, pois você sabe de quem o aprendeu. Porque desde criança você conhece as Sagradas Letras, que são capazes de torná-lo sábio para a salvação mediante a fé em Cristo Jesus.
Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda a boa obra.” 2 Tm 3:14-17.
Paulo foi um homem muito instruído no conhecimento das Sagradas Letras e, como ninguém, sabia da importância do bom manejo da Palavra na grande obra de evangelização que promoveu na história do cristianismo. Ele sabia que o estudo da Palavra era indispensável à capacitação irrepreensível do discípulo para o serviço de divulgação do Evangelho das Boas Novas. Mas não podemos divulgar bem o que não conhecemos bem, pois estaremos expostos, no mínimo, a dois riscos.
Primeiro, de vendermos uma propaganda enganosa, ou seja, de ofertarmos o Evangelho deturpando seus princípios fundamentais; é o que temos assistido muito por aí: o anúncio de um evangelho da graça barata, de enriquecimento rápido, sem arrependimento, sem sacrifício, sem transformação moral. Este não pode ser o objetivo do verdadeiro discípulo, como nos fala Paulo: “Porque não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo falamos diante de Deus com sinceridade, como homens enviados por Deus.” 2 Coríntios 2:17
Em segundo, corremos também o risco de, a qualquer momento, viver o constrangimento de sermos questionados sobre o sentido daquilo no qual cremos e não sabermos o que responder, por não estarmos suficientemente instruídos no conhecimento da Palavra de Deus. A Carta de Pedro nos adverte muito bem sobre este fato: “Antes, santifiquem Cristo como Senhor em seu coração. Estejam sempre preparados para responder a qualquer pessoa que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês. 1 Pedro 3:15
Um apóstolo de Jesus deve estar ciente que o mundo o questionará e, dependendo da qualidade e do fundamento de nossas respostas, o evangelho significará palavra de vida, desejoso de ser seguido e não um discurso fanático sem consistência. Também sobre isto o Apóstolo Paulo tem todo o cuidado de advertir o discípulo Timóteo: “Procura apresentar-te a Deus como obreiro que não tem do que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.” 2 Timóteo 2:15
Um discípulo de Jesus não tem idade certa para começar a estudar e aprender as Sagradas Escrituras. Embora Timóteo fosse ainda um discípulo muito jovem quando recebeu as orientações de Paulo, este o advertiu a permanecer “nas coisas que aprendeu” desde criança: “Porque desde criança você conhece as Sagradas Letras”. 2 Tm 3:15
Timóteo foi ensinado nas Escrituras desde a infância. Este fato serve de referência para ensinarmos às nossas crianças o quanto antes a palavra da verdade, afim de que sejam discípulos também capacitados e aprovados como foi Timóteo. Certamente ele não teve essa iniciativa quando criança por si só; mas contou com a presença de um adulto responsável por discipliná-lo nessa direção, sua mãe e sua avó.
A atitude de inserir a criança no contexto do ensino das Escrituras deve partir, em primeiro lugar, dos pais e dos responsáveis diretos pela criança, ou seja, pela família. Esta deve estar comprometida com a freqüência dos pequeninos na Escola Bíblica Dominical, que é um espaço rico no ensino e na aprendizagem da Bíblia. Crianças, adolescentes e jovens que têm a vida direcionada para o estudo das Escrituras, freqüentando assiduamente às aulas da Escola Bíblica Dominical, crescem com referenciais de segurança moral e espiritual, de benções para o futuro, com possibilidades de alcançar uma vida adulta e velhice sábias no serviço do Reino de Deus, como nos afirma o texto em 2 Timóteo 3:16-17.
Não devemos deixar de praticar com os pequeninos o sábio conselho de Salomão: “Ensina a criança no caminho em que se deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” Provérbios 22:6
O conhecimento das Escrituras, no entanto, não deve apenas engordar o nosso intelecto, ao contrário, nossa razão deve abastecer-se das verdades sagradas para alimentar o nosso espírito e fortalecer o crescimento de nossa fé em Deus. O conhecimento bíblico eficaz e gerador de vida transforma nossas ações e nos ajuda a combater o pecado; ele nos leva a um conhecimento mais íntimo de Deus, a exemplo de Davi: “Guardei no coração a tua palavra para não pecar contra ti.” Salmos 119:11. Portanto, um discípulo não deve ter um conhecimento bíblico passivo, como se fosse um mero ouvinte, mas o conhecimento adquirido da Palavra deve transformar sua conduta, como alerta Tiago: “Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes(…)” Tiago 1:22
A Bíblia deve ser então o referencial de vida e de fé de um verdadeiro discípulo de Jesus; e toda a sua vida deve estar pautada pelo esclarecimento da Palavra de Deus. Neste sentido, a Escola Bíblica Dominical é um espaço que promove esse esclarecimento através do ensino e estudo da Bíblia e nos ajuda a encontrar na Palavra a mesma fonte de luz que o salmista Davi: “A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho.” Salmo 119:105.

Autora: Maria Cláudia Reis

Fonte: www.irmaos.com

domingo, 13 de junho de 2010

HÁ PODER NO SANGUE DE JESUS

Há poder no sangue de Jesus. Que verdade maravilhosa do evangelho de Cristo. Nenhuma outra religião   tem o sangue de Jesus operando e atuando em seus seguidores e nós que antes estávamos afastados de Deus, éramos gentios na carne, estávamos sem Cristo, sem esperança, sem salvação agora em Jesus nós que estávamos longe já pelo sangue de Cristo chegamos perto de Deus. Se você ainda não teve uma experiência com o homem chamado Jesus, hoje é o dia apropriado, hoje é o dia da salvação e libertação para sua vida. (Ef 2.11-13, 2 Co 6.2). Veja esse vídeo e experimente o poder do sangue de Jesus. Provai e vede que o Senhor é bom.( Sl 34..80)

sexta-feira, 11 de junho de 2010

O Papa não é Infalível

“Insistentemente imploramos perdão a Deus e às pessoas envolvidas, ao mesmo tempo em que prometemos fazer de tudo o possível para assegurar que tal abuso jamais ocorra outra vez”. Com essa declaração o Papa Bento XVI, líder da Igreja Católica Romana falou a cerca de 15 mil clérigos reunidos na sexta, dia 11 de Junho , na cidade do Vaticano, na praça de São Pedro.Essa declaração incrivelmente direta de um dos maiores líderes religiosos do Planeta me leva a algumas considerações:

O Papa não é infalível- O próprio líder máximo da Igreja Romana reconhece sua culpa nos casos de pedofilia entre sacerdotes de diversos países, principalmente na Europa e EUA. Com a expressão ”Imploramos perdão” ele também se inclui como falível pecador, o que, aliás, está claramente escrito nas Sagradas Escrituras em diversos textos bíblicos como, por exemplo, em Rm. 3. 23- Todos pecaram e destituídos estão da Glória de Deus.

A Igreja não é Perfeita- seja ela católica ou evangélica ela é formada por homens de “carne e osso” que estão sujeitos ás paixões da carne conforme nos explica Paulo em Tg 5.17.

O homem não é perfeito- Imagine quanto sofrimento as famílias envolvidas em casos de pedofilia e outras tragédias contemporâneas não estão passando em virtude da natureza decaída do homem, afastado de Deus. (Rm 6. 17,18)

Somente Deus é Perfeito e Infalível – Deus é o criador do universo que por bondade e misericórdia dá a chuva a maus e bons e oportunidades para que todos cheguem ao conhecimento da verdade que Ele ama a Todo o Mundo e enviou seu Filho, Jesus, para que todo aquele que Nele creia tenha a vida Eterna (Jo 3.16; I Tm 2.4). Deus não é homem para que minta, nem filho do homem para que se arrependa, não muda, nem desbota. (Nm 23.19; Tg 1.17)

Chegai-vos A Deus e Ele se chegará a vós. (Tg 4.8)

terça-feira, 8 de junho de 2010

Escola Bíblica de Obreiros


A Assembléia de Deus -Missões em Juiz de Fora estará realizando em 24 e 25 de Julho mais uma EBO.Participe.Venha ouvir a palavra de Deus

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Histórias de Charles Haddon Spurgeon - Parte II

"A mulher que pensava não amar a Cristo"
Charles Spurgeon conta a experiência vivida ao visitar uma mulher cuja fé, uma vez brilhante, havia sido encoberta por uma nuvem que provocara um eclipse total. Disse ela a Spurgeon: "Minha fé acabou. Eu não sinto mais qualquer amor verdadeiro por Cristo."
Spurgeon era um homem sábio. Ele não discutiu e nem rebateu o que a senhora lhe havia dito. Apenas pegou uma folha de papel e dirigiu-se até a janela. Nele ele escreveu: "Eu não amo o Senhor Jesus Cristo." Retornando ao lugar onde estava a mulher, deu-lhe o papel e o lápis e falou: "Assine isto." Ao ler o que estava escrito ela começou a chorar. "Não é verdade. Eu não vou assinar e sim rasgar em muitos pedaços." Spurgeon disse: "Você disse que não o amava." Ao que ela respondeu: "Sim, mas eu não posso assinar isto." "Bem, então," prosseguiu Spurgeon, "eu concluo que, pelo contrário, você o ama afinal." "Sim, sim," ela exclamou, "eu percebo isto agora! Eu o amo. Cristo sabe que eu O amo!"

Nenhuma pessoa, tendo tido uma experiência pessoal com o Senhor Jesus, é capaz, mesmo diante das agruras que a vida oferece, de deixar de amá-lo um instante sequer. Ele se deu por todos nós, sofreu aflições muito maiores, para transformar nosso viver e nos dar vida com abundância. É possível que haja pessoas que, mesmo vivendo longos anos dentro de uma igreja, cantando no coro, participando das reuniões de oração e evangelismo, nunca tenham tido uma experiência pessoal com o Salvador. Esses não sentiram o amor do Senhor e não vivenciaram a maravilha de poder amá-lo. Mas, com toda a certeza, tanto esses como aqueles que nem mesmo estiveram participando de algum grupo cristão, ao se colocarem na presença do Senhor e sentirem as carícias de seu amor, jamais dele quererão se afastar e nem seriam capazes de assinar aquele papel escrito por Spurgeon.
O amor de Cristo colocado em nossos corações dura para sempre e não há nada neste mundo que possa substituí-lo ou ocupar o seu lugar.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Histórias de Charles H. Spurgeon

Histórias de Charles Haddon Spurgeon - Parte I


"A Prostituta que queria se suicidar."

Uma prostituta tinha decidido se suicidar. Determinada ela se dirigiu a Ponte de Blackfriars, com o intuito de se jogar no rio Tamises. Entretanto, o caminho escolhido a levou a passar em frente à Capela de New Park Street. Sentido-se atraída pelo que acontecia no interior da igreja, decidiu entrar por uns momentos.
No Templo estava a pregar Charles Haddon Spurgeon o qual dissertava sobre o texto: “Vêem esta mulher?” Naquele instante enquanto falava do Evangelho eterno a respeito de uma mulher de uma antiga cidade, que era notória pecadora, a qual descreveu regando os pés de Jesus com suas lágrimas e enxugando-os com seus cabelos, Spurgeon afirmara com autoridade que Jesus a perdoara por amor. Tendo ouvido isto e pensando em sua própria vida, a suicida em potencial, se arrependeu de seus pecados encontrando em Cristo paz e alegria para sua alma cansada.

fonte: Blog do Renato Vargens -http://renatovargens.blogspot.com/2008/07/histrias-de-charles-haddon-spurgeon.html

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O que é fazer Missões?


I – O QUE É FAZER MISSÕES

Antes de falarmos sobre o que é fazer missões, precisamos falar um pouco sobre o que não é fazer missões, para isto escolhemos pelo menos quatro características que demonstram o que não é fazer missões. Vejamos:

1 – Fazer missões não é sair do país de nascimento para exterior, sem uma chamada específica, tão pouco sem vocação para evangelizar e liderar pessoas:

2 – Fazer missões não é deixar o país de nascimento, e para o exterior, a fim de aprender um novo idioma;

3 – Fazer missões não é antecipar-se à convocação do líder e partir para o exterior esperando que um grupo de apoio lhe mande o salário mensal em dólares;

4 – Fazer missões não é sair de seu país para tentar implantar uma igreja no estrangeiro para ter o orgulho de quando chegar a seu país de origem se denominado missionário, como se o título tivesse algum valor para salvar almas.

Se fazer missões não é nenhuma das razões acima citadas, o que é, então, fazer missões?

Conta-se que certa irmã em um belo dia procurou seu pastor e apresentou-se para ser enviada ao campo missionário. O pastor então lhe perguntou: irmã seus pais, seus irmãos, seus vizinhos, já são todos crentes? Ao que ela respondeu: não, senhor. Minha irmã, disse-lhe o pastor, comece evangelizando seus pais, seus irmãos, seus vizinhos e outros, ganhe-os para Cristo e com isso a irmã está fazendo missões, pois está cumprindo o “ide” do Senhor Jesus.

Diante do exposto acima, fazer missões não é nada mais, nada menos do que evangelizar os povos: sejam os da nossa cidade, do nosso estado, do nosso país e é claro, no exterior. Dessa forma estamos cumprindo o que o Senhor Jesus falou no Livro dos Atos dos Apóstolos 1.8 que diz: “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”.

Pr. Samuel Lopes da Silva - extraído do blog do Pr. Samuel Lopes-http://prsamuellopes.blogspot.com/